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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Seminário


Após três encontros encantadores, encerrou-se o Seminário Unidade Plural - alusões ao feminino, dirigido pelo psicanalista Ary Farias. A pergunta que ficou é: quando terá mais?

Obrigado pela participação de todos.

Seguem alguns links para curtirem um pouco mais do que foi apresentado.


Entrevista da Adriana Calcanhoto - Alta Definição 

Tsubasa Imamura - Chão de giz
















quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Seminário



Ontem, 24.08, tivemos mais uma Atividade de Biblioteca na sede da Delegação Geral MS/MT.


O psicanalista Ary Farias compartilhou conosco as suas descobertas sobre o feminino e suas belezas.

Unidade plural - alusões ao feminino

Mais um bom e belo encontro.

Letícia Toledo - Coordenadora de Biblioteca









quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Seminário



Argumento
Do continente negro freudiano ao lugar de pura exceção de gozo em Lacan, o feminino, apesar da Ciência, ainda se mantém na orla lírica do incapturável.

As melhores alusões ao feminino ainda devemos aos artífices da palavra e aos engenhosos do simbolismo e da fantasia que são os poetas, os músicos e os literatos.

Letra, Som e Sentido Improvisado são os elementos cromossômicos mágicos da consistência feminina.

Lugar de desatino, o feminino ironiza os catálogos do universal e se mostra como ponto movediço, onde borbulha o que não mente, sem que isso seja uma verdade.

Neste pequeno ciclo de três edições sobre o feminino traremos alguns fragmentos de letras febris, de ideias que danificam toda tradição e de vozes que cantam pequenas baladas de desatinos e amores infindos...




Inscrições: 67 3356-5194 e 67 99264-4014

segunda-feira, 23 de maio de 2016

LINHAS, LETRAS E SOMBRAS

- fragmentos estéticos -

 


A realidade da natureza não nos basta! Longe disso!
No labirinto de palavras e signos verte-se incessantemente o desejo e suas mil faces...
É nesse turbilhão de improvisos e impermanências que engendramos a realidade poética, ou todos os outros cenários que nos tragam alguma beleza ou nos impulsione à invenção.
Temos uma fome estética, ainda que às vezes possamos ficar inapetentes ou desapontados face ao fulgor do Real e as errâncias recorrentes do homem.
Nesse sentido, as nossas alternativas são as linhas das formas, as letras poéticas e as sombras imagéticas, nossos recursos diante do absurdo da vida.
Para experimentar uma existência, necessariamente precisamos ingerir beleza, a dieta de Deus, se Ele existir.
Esse espaço foi criado para esse fim. Para que possamos partilhar belezas que bem poderiam ser divinas, mas, que por sorte foram profanadas e, por efeito, podemos acessar para o deleite dos corpos e seus sentidos tantas vezes adormecidos no gris do cotidiano...
Inauguramos com Salgado Maranhão e Di Cavalcanti, dois brasileiros que com lápis e pincel um dia tocaram o corpo da Beleza...






Transfiguração sob o olhar de 
Di Cavalcanti 

São bocas rubras do vinho
de uma festa que não houve
são incêndios represados
são lábios sujos de love.

São segredos que se acoitam
na paisagem dos vestidos
são reveses que se atrevem
entre o haver e o havido.

Lume no lago dos olhos
que a aurora dissemina
são rumores da natura
no que é fêmea e femina.

São recatos do silêncio 
nos desacatos da cor
é a estiagem úmida
do sonho que transbordou.

(Salgado Maranhão)


Colaborou: Ary Farias

sábado, 21 de maio de 2016

Envelope Formal

Esse texto foi publicado originalmente no Boletim Eletrônico UM POR UM, destinado exclusivamente aos Membros da Escola Brasileira de Psicanálise - EBP. É um comentário do texto de Frank Rollier, Psicanalista da École de la Cause Freudienne - ECF, que, por sua vez, foi publicado no Scilicet O CORPO FALANTE - Sobre o Inconsciente no Século XXI, dedicado ao X Congresso da Associação Mundial de Psicanálise, que ocorreu em abril de 2016 no Rio de Janeiro.

Envelope Formal 
Comentário de Ary Farias 

O instigante texto de Frank Rollier atualiza, em poucas linhas, a expressão original de Lacan, traduzida nos Escritos por invólucro formal do sintoma, no texto De nossos antecedentes. [1] 

Numa abordagem inicial, tomamos o invólucro formal do sintoma a partir da sua constituição significante, donde em sua consistência simbólica transporta a demanda (queixa) endereçada ao campo do Outro, no caso um analista. 

Ao formalizar seu sofrimento numa cadeia significante, o sujeito estrutura seu sintoma ao mesmo tempo em que criptografa no corpo, por assim dizer, seu sentido. Nesse paradoxo reside o desconexo sutil entre o que se estrutura na fala como demanda e o quê, do desejo, permanecerá indizível. Portanto, instâncias descoladas e nunca equalizáveis entre demanda e desejo. “Pois aí é que se vê que a insciência que o homem tem de seu desejo é menos insciência daquilo que ele demanda – que, afinal, pode ser cingido – do que insciência a partir da qual ele deseja.“ [2] 

A partir disso e, num primeiro momento, interpretadas pelo viés das referências simbólicas, podemos pensar que a demanda de análise visava à restituição ou a retificação subjetiva, relembrado de alguma forma no texto de Rollier, a partir de Freud. Nessa perspectiva a intervenção analítica deveria acontecer no sentido de trazer à luz o significado oculto do sintoma, que se achava então embutido no desalinho ou na desdita contada pelo sujeito. Aqui, o corpo era ainda tomado tão somente como envelope fantasmático do sujeito. Pedia tradução. 

Alinhado à demanda e tomado como metáfora do desassossego pulsional, o invólucro formal do sintoma traz em seu cerne os efeitos dos sismos semânticos que abalaram e fizeram vacilar em algum ponto a ficção gramatical em que o sujeito se sustentava. Uma ruptura nas acomodações entre o sujeito e o seu corpo, momento em que as solenidades simbólico-imaginárias do eu não mais abrigariam esse sujeito do mal-estar e dos desarranjos que daí pudesse decorrer. Essa descontinuidade na homeostase fantasmática do sujeito, de algum modo, sempre cintilaria o infortúnio da não conformidade sexual, leitmotiv de todo sintoma. 

O instantâneo cultural e o corpo 
Se seguirmos a indagação de Rollier a respeito da variação do invólucro formal do sintoma na evolução da cultura, veremos que o sintoma é sempre contemporâneo à febre diária do corpo vivo. A memória, o idioleto cardeal do corpo vivo para falar do tempo no pretérito, sempre atualiza o trauma da linguagem no cotidiano de cada parlêtre. Logo, o corpo, onde invariavelmente um gozo macera e um sintoma fala, traz o selo do Outro e seu lábaro cultural. Arriscando, poder-se-ia dizer que a linguagem é o ponto de ortodoxia do parlêtre

Assim, o corpo em psicanálise, longe de ser um complexo orientado pela natureza, resulta do ravinamento de lalíngua na planície da carne e das cavilações da linguagem na relação com Outro. Acontecimentos que estruturam e corroboram os avanços de Lacan sintetizados no conceito de parlêtre. Nessa perspectiva conceitual observa-se a progressão da própria noção do inconsciente, na visada de um corpo definitivamente atravessado pelo significante – o corpo falante. 

A imisção da palavra nas funções do organismo, “vestígio inesquecível” [3] e que chamamos de acontecimento de corpo resulta numa afecção que não é propriamente de sentido e sim de gozo. Desse modo, o corpo é o cadinho onde se fundem permanentemente gozo e sentido. 

Nesse ponto, o invólucro formal do sintoma em homologia com o acontecimento de corpo traduz não outra coisa, senão, que a incidência da língua em seus efeitos de costume e estranhamento. Não todo colonizado pelo simbólico, um corpo é sempre o lugar dos motins de gozo. Por efeito, e paradoxalmente, o gozo do corpo afirma e protesta as premissas do viver junto, sob o pano de fundo invariável da não-relação-sexual. 

Por fim, Frank Rollier ao ressaltar, na atualidade, a ascensão do objeto a em seus imperativos de gozo, esclarece sobre as práticas de corpo verificadas na clínica atual, cujo desvelamento se traduz na debilidade dos “ideais e marcas simbólicas” [4]. 

Essa tirania do excesso e a consequente dissolução dos laços, desbota o sentido (ocaso do Outro), sidera e aprisiona o corpo cada vez mais em programas de gozo isolado. Essa “solidão eloquente” do teatro contemporâneo, cujos paradigmas atuais são a pornografia e as práticas de adições tóxicas, constituem os principais “argumentos gozosos”, portanto errantes, do parlêtre diante dos impasses da vida e do insolúvel do sexo. 

Descentrado (não analiticamente) de sua função bussolar, o Outro enquanto instância de suporte à lógica libidinal dos corpos encontra então seu lugar de rebotalho na cena contemporânea. A ferocidade do supereu acontecendo na esteira da debilidade do Outro. 

Assim, o parlêtre, “mal envelopado” e sem destino seguro no gozo, pede uma intervenção analítica que, seguindo a orientação de Miller, deveria “afinar-se com a pulsação do corpo falante para se insinuar no sintoma” [5]. 

Em suma, diante do gozo mortífero e liquefeito do parlêtre, o analista lacaniano proporá contundente, porém, não sem poesia, a vértebra da palavra. Novas letras de gozo para grafar então seu Sinthoma. 


 [1] LACAN, Jacques. Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1998.
 [2] LACAN, Jacques. Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1998, p. 829.
 [3] MILLER, Jacques-Alain. Falar com seu corpo, In Revista Opção Lacaniana, n. 66, p.16. São Paulo, agosto de 2013.
 [4] Cf. ROLLIER, F., em Envelope Formal. O inconsciente e o corpo falante, in: Scilicet. São Paulo, 2016.
 [5] MILLER, Jacques-Alain. O inconsciente e o corpo falante, in: Scilicet. São Paulo, 2016. p. 32

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Novos membros EBP/AMP

No domingo, às 6:54 h., foi divulgado uma lista de homologações de postulantes a Membros de suas respectivas Escolas. Com relação à EBP, com alegria constatamos a homologação do nome de Ary Farias, nosso colega daqui da Delegação em Mato Grosso do Sul.
Nossos Parabéns ao Ary e nossos desejos de que seu trabalho pelo avanço da EBP seja sempre produtivo e que produza sempre a renovação de estruturas antigas e, às vezes, paralisantes.

Um grande abraço a todos

Lista dos novos membros homologados pela AMP
EBP (7)
1.     Maria de Fátima Pinheiro 
2.     Graciela de Lima Pereira Bessa 
3.     Leonardo Duarte Scofield 
4.     Lucila Mariorino Darrigo 
5.     Christiano Mendes de Lima 
6.     Ary Santos Farias 
7.     Carlos Vieira Renato

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Sessão Acolhimento

Semana que vem teremos a primeira Sessão Acolhimento do ano. Esperamos vê-los!


*Necessário entrevista prévia.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Diretoria na Rede

Um texto do nosso Coordenador Ary Farias foi publicado no Boletim do mês de outubro/2014 da Escola Brasileira de Psicanálise, no site A Diretoria na Rede. Abaixo temos o texto na íntegra:



DERME, DISCURSO E GOZO 

CONTENDAS RACIAIS

Ary Farias - Analista Praticante, Delegação MS/MT, Escola Brasileira de Psicanálise



Pele e Segregação

Mãos ao alto, não atire.


Esta foi a última legenda da mais recente explosão de racismo nos Estados Unidos. Ocorreu a partir do assassinato de Michael Brow, estudante negro de 18 anos, que foi assassinado por um policial (branco) em Ferguson, uma pequena cidade no Estado de Missouri, com 21 mil habitantes. A cidade concentra uma população negra quatro vezes maior que a média americana.  Os protestos geraram confronto com a polícia, saques e destruição de lojas.


Racismo contra uma minoria? Nesse caso, os números não esclarecem os fatos. Pelo referencial sociológico, "minoria" não necessariamente representa a discrepância quantitativa entre os grupos sociais. Aponta, antes, para os grupos que estão numa posição subordinada na estrutura do poder. 

Segregação social? Como pensar que uma cidade eminentemente negra possa ter sua população dominante em situação segregativa?

Ferguson é apenas um ponto no atlas americano, um país onde os negros representam apenas 13% da população. Nessa disposição racial, a minoria negra não conseguiu uma representatividade social suficiente para romper as barreiras quase sempre invisíveis, impostos pelos modelos conceituais e comportamentais segregatórios da sociedade como um todo. Consequentemente, resta aos negros apenas uma expressão social secundária, uma voz de fundo mais afeita a obediência e relegada à marginalidade.

Esse é o mecanismo pérfido e elementar do processo segregativo, ou seja, apartar, dissociar determinado grupo, instaurando distâncias sociais e barreiras comunicativas que insuflam o sentimento de estranheza e rivalidade entre os grupos que compõe uma realidade social.


Por efeito, o que se inaugura a partir dessa realidade é a infraestrutura do que serão os guetos, os lugares silenciosamente autorizados para a ocupação dessas minorias, ratificando, desse modo, o destino de rebotalho legado às minorias segregadas.  Refugados, serão então expelidos para as periferias dos conglomerados urbanos. Excêntricos (aqui no sentido de fora do centro), terão suas possibilidades simbólicas, afetivas, cognitivas e sociais inibidas, cristalizando e perpetuando o fenômeno segregativo. 

Longe de ser um fenômeno social restrito às fronteiras americanas, o racismo é uma chaga mundial. Responde por uma gama importante de atrocidades verificadas em todos os continentes, sobretudo quando associado à intolerância sexual e religiosa.


No Brasil, a despeito da democracia racial tão fomentada, de fato, o que se verifica, camuflado pela amabilidade do povo, é a mesma engrenagem de exclusão.

O carnaval, o Brazilian product por excelência, publicado como modelo de comunhão festiva entre raças, ofertando imagens ao mundo de interação harmônica numa sociedade multirracial, apenas colore umracismo cordial"que vigora dissimuladamente, findo os dias catárticos.


Genótipo e Significante

A genética, enquanto discurso da ciência biológica, no que se dedica ao estudo dos fenômenos e das leis da transmissão hereditária, tomando para si o estabelecimento dos escores raciais, pouco diz ao psicanalista sobre o acontecimento racial.
Em psicanálise, subvertendo o conceito, o que tem função genotípica, diríamos, é o significante. A constituição do sujeito perpassa pelo que decorreu do acidente resultante do encontro arriscado entre o significante e o corpo. Desse modo, podemos pensar que o verdadeiro transmissor hereditário — o que convém à psicanálise é o significante, no que este estrutura uma língua. Nela o significante sulca sua ascendência na carne (sexuação) e no destino (estrutura) de todo ser humano. Logo, em psicanálise, o que dá pertencimento racial a um sujeito decorre, antes de tudo, como efeito dos lugares simbólicos que umfalasser irá ocupar dentro de um complexo discursivo.


No texto O Aturdito1 , Lacan afirma que a raça da qual se trata não é a que sustenta uma antropologia que se diz física... Ela se constitui pelo modo como se transmitem, pela ordem de um discurso, os lugares simbólicos, aqueles com que se perpetua a raça dos mestres/senhores e igualmente escravos... .


O que tomamos como raça, portanto, é a revelação do ambiente discursivo do qual cada um sucede enquanto sujeito. Rebento da linguagem, portanto, convocado a interpretar o desejo do Outro, tudo o que, a partir de então, advir no destino desse sujeito trará a rubrica de como se autorizou na linguagem, e de como singulariza a assunção do real.


Feita essa leitura, delimita-se outro viés interpretativo aos fenômenos sociais de racismo e segregação. 

Em princípio, o que se coloca em curso nesses avatares sociais e que pulula à percepção do psicanalista, é a manobra que busca a anulação das singularidades. O racismo é a intolerância ao gozo estranho do outro. Antes de expressar uma discórdia social, trata-se na verdade de um contraste de gozos. 


Numa realidade cada vez mais adestrada à generalização globalizante, toda expressão de gozo que verse algum disparate, logo encontrará um Outro normalizador. Haverá sempre um CID onde se possam encarcerar certas singularidades... O discurso da ciência, ávido pela nominação e controle, breve colará no dissidente uma desordem claudicante qualquer, um morbus.

Aqui, Ciência e Capitalismo, os discursos prevalentes da contemporaneidade tem função subordinante. Em seus procedimentos de dominação combinada e colonizadora estabelecem os padrões, os desvios e consequentemente prescrevem as raças e sub-raças, logo, segundo a cartilha do mercado de consumo. 

Nessa realidade, dificultados (na sua grande maioria) em acessar níveis de instrução além do elementar e afastados dos padrões de consumo estabelecidos por estes discursos, os negros se construíram como párias na ordenação das raças.


Numa abordagem para além dos pressupostos sociológicos a psicanálise, por sua vez, alcançará outros arranjos nos quais se sustentam os episódios raciais e segregativos. Afastando os resíduos dos discursos vitimários, o discurso analítico buscará nos fenômenos sociais os fatores identificatórios e os regimes de gozo sustentados pelo que aparece em forma de protestos.

Desse modo, não será surpresa verificar que o próprio grupo segregado possa ofertar a mazela como traço de identificação aos seus membros, sob a forma de enxame: todos orbitando o infortúnio coletivo. Isso não impede, por outro lado, que no revés coletivo cada sujeito possa atualizar o gozo do Um. O gozo segregado no corpo.


Racismo e segregação são expressões no coletivo da não-relação-sexual. 

Para sempre, a sociedade estará suscetível às lufadas do real que desalinham as conveniências e publicam o provisório, que não cessa de se inscrever...

1 Jacques Lacan, "O Aturdito" (1973), in Outros escritos, Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2003, p. 462.



segunda-feira, 30 de junho de 2014

Atividades da Delegação

Seminário de Orientação Lacaniana


Quarta feira 11 às 13h
Coordenação da atividade
Ary Farias
Carla Serles – EBP/AMP

A Fonte


Por Carlos Genaro Gauto Fernandez – Membro da EBP ECF e da AMP
Diretor do Orla
Período: janeiro a dezembro de 2014

Conversações sobre o dia a dia da Clínica Psicanalítica

Como o analista opera?


Orientador responsável: Carlos Genaro Gauto Fernandez – Membro da EBP ECF e da AMP
Debatedoras: Regina Cheli Prati – Analista praticante, participante da Delegação Geral de Psicanálise MS/MT, da EBP
Roselene Caramalac – Analista praticante, professora Doutora da UFMS, participante da Delegação Geral de Psicanálise MS/MT, da EBP
Período: março a dezembro de 2014
Horário: 10 às 12:30h

Leitura dos Seminários de Orientação Lacaniana 

Sessão de Acolhimento


Coordenação da atividade
Ary Farias
Carla Serles – EBP/AMP